Categoria: Artigos
Data: 03/11/2025
“...tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.” (João 13.1b)

O amor vivenciado por nós, seres humanos, por mais intenso que possa se evidenciar, não é perfeito. Experimenta alterações, exige reciprocidade, tem sua origem em alguma forma de mérito, beleza, virtude e encanto daquele que é amado, ou seja, requer uma contrapartida. O amor humano pode aumentar ou regredir, é mutável e fica ao sabor dos acontecimentos.

O amor divino, sendo eterno (Jr 31.3), é imutável, perfeito, totalmente firmado no caráter do seu autor (1Jo 4.8), portanto, um amor que é demonstrado não em razão das qualidades de quem o recebe, antes, mesmo diante das imperfeições, erros e incoerências dos que são amados (1Jo 4.10).

Durante sua última celebração da Páscoa, Jesus mais uma vez manifestou seu amor imutável pelos discípulos. É preciso ter em mente que o colégio apostólico não era composto de homens perfeitos: João e Tiago reivindicaram status e poder temporal, Pedro iria negá-lo, Tomé manifestaria sua incredulidade quanto à ressurreição do Mestre. Nós não somos amados em razão de nossa produtividade, boas obras ou capacidade de reciprocidade. Somos amados de forma salvadora e santificadora por nosso glorioso Redentor que se entregou para pagar os nossos pecados. Somos envolvidos e preservados pelo perfeito e puro amor de Jesus Cristo.

Tags: cada dia

Autor: Jailto Lima do Nascimento   |   Visualizações: 643 pessoas
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